segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Cercos Medievais
Sabemos que a Idade Média foi um período marcado por
conflitos violentos, era um período extremamente instável, assolado por guerras
e batalhas sangrentas. Tal realidade obrigava aos projetistas a
desenvolverem construções otimizadas para
a proteção de seus habitantes. Isso gerou uma multiplicidade de fortes e castelos ao redor do Continente Europeu,
cercados por altas torres e espessas muralhas. Sendo assim, atravessar tais
defesas era um trabalho hercúleo, que, em sua natureza requereria um campo a
parte no estudo dos combates medievais.
Nascia ai a arte do cerco.
sábado, 24 de novembro de 2012
Bom Dia Vietnã: Guerra do Vietnã
Seguindo com a nossa coluna sobre músicas, decidi trazer hoje uma seleção um tanto mais democrática; aproveitando sugestões de leitores das outras colunas (aproveito para reiterar desde já a importância dos seus comentários para o desenvolvimento de posts futuros). O Tema, mais amplo, é uma volta ao amâgo da tangencia entre música e beligerância: A Guerra do Vietnã.
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Episódio: Dagmar Hagelin e Norma Burgos
| Dagmar Hagelin |
O sol matutino do verão rasgava as nuvens naquele
despertar de dia e a rua El Palomar recebia sua devida iluminação. O ano de
1977 começava pesado tanto para a Argentina, cujo governo acabara de ser tomado pelo Processo de Reorganização Nacional, quanto para a Srta. Norma S. Burgos,
que acabara de perder sua filha. Esta última, porém, levava vantagem sobre sua
pátria, pois podia contar com o consolo de Dagmar Hagelin; uma bela jovem de
quem se amigara recentemente.
Dagmar atravessava com ânimo (embora que comedido) a rua de El Palomar; se comprometera a prestar condolências a sua amiga, mas logo que de lá saísse, pediria o carro a seu pai e poria em pratica seu plano de passar o que lhe restava de recesso colegial tomando banhos de sol, aos sons de ondas na praia. Alcançou o portão da residência dos Burgos e foi cordialmente atendida pelo ansioso e abalado Sr.Burgos (pai solteiro de Norma), que segurou-lhe a porta para entrar e quis ajuda-la a subir as escadas, qual configura a obrigação cavalheiresca predominante entre os argentinos.
Dagmar atravessava com ânimo (embora que comedido) a rua de El Palomar; se comprometera a prestar condolências a sua amiga, mas logo que de lá saísse, pediria o carro a seu pai e poria em pratica seu plano de passar o que lhe restava de recesso colegial tomando banhos de sol, aos sons de ondas na praia. Alcançou o portão da residência dos Burgos e foi cordialmente atendida pelo ansioso e abalado Sr.Burgos (pai solteiro de Norma), que segurou-lhe a porta para entrar e quis ajuda-la a subir as escadas, qual configura a obrigação cavalheiresca predominante entre os argentinos.
domingo, 18 de novembro de 2012
sábado, 10 de novembro de 2012
Bom Dia Vietnã: Músicas de Protesto
Depois do excelente feedback recebido pelo post sobre The Final Cut, produzirei uma coluna quinzenal que relaciona temas históricos com a música ( convenientemente adotando o nome do repercutido filme do Robbie Willians para o propósito).
No post de hoje abordarei algumas Músicas de Protesto , analisando um pouco de seu contexto, nos mais variados gêneros e perídios históricos. Declaro, portanto, inaugurada a minha coluna.
Bom Dia, Vietnã!
No post de hoje abordarei algumas Músicas de Protesto , analisando um pouco de seu contexto, nos mais variados gêneros e perídios históricos. Declaro, portanto, inaugurada a minha coluna.
Bom Dia, Vietnã!
- Era um garoto, que como eu, amava os Beatles e os Rolling Stones
Essa música foi composta
por Franco Migliacci( letra) e Mauro Lusini(música) e foi feita para
Gianni Morandi, cantor de música popular italiana e vencedor do Prêmio
Musical de Sanremo em 1966, em plena Guerra do Vietnã( que começou em
1955 e os EUA entraram em 1963). Foi traduzida pela banda Os Incríveis e depóis
gravada pela banda Engenheiros do Havaí para ser a segunda faixa do álbum O
Papa é Pop de 1990, a banda é composta por Humberto Gessinger (voz e baixo),
Augusto Licks (guitarra) e Carlos Maltz (bateria).
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Feudal Connection
Rafael Marzolla ataca novamente!!!
Na sua última empreitada para entregar um trabalho de colégio descente, o caster do Roger that, Commander! produziu um vídeo no mínimo curioso sobre Cruzadas.
Na sua última empreitada para entregar um trabalho de colégio descente, o caster do Roger that, Commander! produziu um vídeo no mínimo curioso sobre Cruzadas.
domingo, 28 de outubro de 2012
Shin Guntō
Alguns de vocês leitores devem se lembrar da aposta interna do S.D.G. referente a uma enquete recente acerca a "melhor" arma da Segunda Guerra Mundial. Semanas atás eu e o Roberto apostamos que se a arma que sugerimos ganhasse a votação, ela ganharia um post especial escrito pelo perdedor. Por obviedade e excelência, eu ganhei.
Então, sem mais delongas, eis a Shin Guto: a Melhor Arma da Segunda Guerra Mundial!

Quando em 1868 o poder no Japão passou dos Xoguns ( senhores feudais) para o Imperador, iniciando a Era Meiji, as armas, armaduras e ideais dos samurais foram substituídas por equipamentos, uniformes e táticas ocidentais. 4 anos depois foi criado no Japão um Exército permanente, fazendo com que os samurais perdessem o status de protetores do Japão, as Forças Armadas passaram a produzir espadas Guntō para substituir as armas dos samurais e passarem a ser o equipamento padrão de combate corpo-a-corpo.
Então, sem mais delongas, eis a Shin Guto: a Melhor Arma da Segunda Guerra Mundial!
Quando em 1868 o poder no Japão passou dos Xoguns ( senhores feudais) para o Imperador, iniciando a Era Meiji, as armas, armaduras e ideais dos samurais foram substituídas por equipamentos, uniformes e táticas ocidentais. 4 anos depois foi criado no Japão um Exército permanente, fazendo com que os samurais perdessem o status de protetores do Japão, as Forças Armadas passaram a produzir espadas Guntō para substituir as armas dos samurais e passarem a ser o equipamento padrão de combate corpo-a-corpo.
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